terça-feira, novembro 30, 2010
quarta-feira, novembro 10, 2010
Dia de todos os Santos
DIA DE TODOS OS SANTOS
O dia de todos os santos é o dia em que os católicos prestam homenagem aos santos que ao longo do tempo contribuíram para dar testemunho da fé Cristã.
Mas é no dia 2 que é o dia dos fiéis defuntos. Todavia por ser um dia de trabalho é normal que as visitas ao cemitério se façam no dia 1. E é por estes dias que os cemitérios se encontram mais cuidados. Foi celebrada missa na Igreja Paroquial pelo Ver. Padre Alexandre e de seguida foi feita uma breve visita ao cemitério.
Mas em Pinho existe a tradição desde há muitos anos de se fazer também a visita ao cemitério no domingo a seguir, ou seja, no domingo do jubileu. Assim de tarde é costume haver confissões com vários sacerdotes, seguida missa com a irmandade presente e por fim será feita nova visita ao cemitério. É também normal neste dia haver muito mais afluência de gente ao cemitério.
O dia de todos os santos é o dia em que os católicos prestam homenagem aos santos que ao longo do tempo contribuíram para dar testemunho da fé Cristã.
Mas é no dia 2 que é o dia dos fiéis defuntos. Todavia por ser um dia de trabalho é normal que as visitas ao cemitério se façam no dia 1. E é por estes dias que os cemitérios se encontram mais cuidados. Foi celebrada missa na Igreja Paroquial pelo Ver. Padre Alexandre e de seguida foi feita uma breve visita ao cemitério.
Mas em Pinho existe a tradição desde há muitos anos de se fazer também a visita ao cemitério no domingo a seguir, ou seja, no domingo do jubileu. Assim de tarde é costume haver confissões com vários sacerdotes, seguida missa com a irmandade presente e por fim será feita nova visita ao cemitério. É também normal neste dia haver muito mais afluência de gente ao cemitério.
Halloween
HALLOWEEN
O dia das bruxas ou halloween é um evento tradicional e cultural dos países anglo-saxónicos, com especial relevância nos Estados Unidos. Aqui este dia é lembrado com muitas festas e alegria. As pessoas mascaram-se e vestem-se da maneira que acharem mais horripilante ou engraçada, geralmente de fantasmas, bruxas ou dráculas. As crianças saem às ruas fantasiadas e de porta em porta vão batendo e dizendo “doçura ou travessura” (trick or treat). Quem não as atender sujeita-se a uma travessura.
Por cá esta festa está cada vez com mais adeptos. Em algumas cidades já se fazem festas alusivas e é vulgar ver as nossas crianças aqui na aldeia mascaradas de porta em porta a pedir os doces, ou algo mais. E quem não tiver os doces preparados, ou alguma moeda, sujeita-se à travessura.
O dia das bruxas ou halloween é um evento tradicional e cultural dos países anglo-saxónicos, com especial relevância nos Estados Unidos. Aqui este dia é lembrado com muitas festas e alegria. As pessoas mascaram-se e vestem-se da maneira que acharem mais horripilante ou engraçada, geralmente de fantasmas, bruxas ou dráculas. As crianças saem às ruas fantasiadas e de porta em porta vão batendo e dizendo “doçura ou travessura” (trick or treat). Quem não as atender sujeita-se a uma travessura.
Por cá esta festa está cada vez com mais adeptos. Em algumas cidades já se fazem festas alusivas e é vulgar ver as nossas crianças aqui na aldeia mascaradas de porta em porta a pedir os doces, ou algo mais. E quem não tiver os doces preparados, ou alguma moeda, sujeita-se à travessura.
A coisa está preta
A COISA ESTÁ PRETA
Cada vez mais somos confrontados com roubos que há bem poucos anos seriam inimagináveis. Recentemente numa vinha em França desapareceram durante a noite 20 toneladas de uvas. Os larápios, usando uma moderna máquina para vindimar, conseguiram numa noite vindimar 1/5 da respectiva vinha e desaparecer sem deixar rasto. Cá em Portugal uns meses antes um eucaliptal, que o seu proprietário se preparava para vender, desapareceu também sem deixar rasto, para espanto do seu legítimo dono. Estes são só dois exemplos mais extravagantes. Por cá o gamanço entrou no nosso quotidiano de tal maneira que só os mais originais são notícia. Aqui já algumas casas foram assaltadas, ou tentativas disso mesmo, fios de telefone, grelhas de sanefas, para falar só nos mais recentes.
Com o agravamento das condições de vida anunciadas, não são esperadas melhorias quanto a este aspecto. E a vontade de trabalhar de algumas pessoas também não é nenhuma. Pelo menos enquanto os nossos governantes pagarem para não se fazer nenhum.
É verdade que por essa Europa fora as pessoas já começam a sair dos grandes centros urbanos para voltar à província, onde o custo de vida é inferior e a qualidade de vida é bem superior. Por cá também já se começa a verificar essa situação se bem que muito timidamente. Mas a tendência natural será essa mesma. E não tardarão muitos anos que as silvas e tojos que hoje se vêem em abundância por essas terras, começarão a ser cortados para dar lugar aos renovos, que irão alimentar os esfomeados que estão a aumentar a bom ritmo em Portugal.
Ou me engano muito…
Cada vez mais somos confrontados com roubos que há bem poucos anos seriam inimagináveis. Recentemente numa vinha em França desapareceram durante a noite 20 toneladas de uvas. Os larápios, usando uma moderna máquina para vindimar, conseguiram numa noite vindimar 1/5 da respectiva vinha e desaparecer sem deixar rasto. Cá em Portugal uns meses antes um eucaliptal, que o seu proprietário se preparava para vender, desapareceu também sem deixar rasto, para espanto do seu legítimo dono. Estes são só dois exemplos mais extravagantes. Por cá o gamanço entrou no nosso quotidiano de tal maneira que só os mais originais são notícia. Aqui já algumas casas foram assaltadas, ou tentativas disso mesmo, fios de telefone, grelhas de sanefas, para falar só nos mais recentes.
Com o agravamento das condições de vida anunciadas, não são esperadas melhorias quanto a este aspecto. E a vontade de trabalhar de algumas pessoas também não é nenhuma. Pelo menos enquanto os nossos governantes pagarem para não se fazer nenhum.
É verdade que por essa Europa fora as pessoas já começam a sair dos grandes centros urbanos para voltar à província, onde o custo de vida é inferior e a qualidade de vida é bem superior. Por cá também já se começa a verificar essa situação se bem que muito timidamente. Mas a tendência natural será essa mesma. E não tardarão muitos anos que as silvas e tojos que hoje se vêem em abundância por essas terras, começarão a ser cortados para dar lugar aos renovos, que irão alimentar os esfomeados que estão a aumentar a bom ritmo em Portugal.
Ou me engano muito…
domingo, outubro 24, 2010
É só gamanço
É SÓ GAMANÇO
Não, não vou falar do roubo que alguns políticos, gestores e outros que tais vão fazendo a este pobre país, tão depenado que ele está. Aliás estes não roubam: apenas desviam. E quando desviam é aos milhões. Vou apenas falar de uma situação surgida recentemente na nossa freguesia. Do dia para a noite alguns utentes da PT ficaram privados de telefone e internet. Participadas as avarias verificou-se que a causa de tudo foi o roubo de algumas dezenas de metros de cabos telefónicos, na zona da Quinta da Bela Vista. A reparação dos mesmos por parte das equipas da PT ainda levou alguns dias. No meu caso foram seis. Demasiado tempo para uma empresa como esta.
Não, não vou falar do roubo que alguns políticos, gestores e outros que tais vão fazendo a este pobre país, tão depenado que ele está. Aliás estes não roubam: apenas desviam. E quando desviam é aos milhões. Vou apenas falar de uma situação surgida recentemente na nossa freguesia. Do dia para a noite alguns utentes da PT ficaram privados de telefone e internet. Participadas as avarias verificou-se que a causa de tudo foi o roubo de algumas dezenas de metros de cabos telefónicos, na zona da Quinta da Bela Vista. A reparação dos mesmos por parte das equipas da PT ainda levou alguns dias. No meu caso foram seis. Demasiado tempo para uma empresa como esta.
SEMPRE EM FRENTE
“Não perguntes o que o teu país pode fazer por ti mas antes pergunta o que podes tu fazer pelo teu país”. Estas palavras foram proferidas pelo presidente dos Estados Unidos John Kennedy no início dos anos 60 e continuam mais actuais que nunca.
Há já mais de 30 anos que um grupo de carolas pensou em fundar o Rancho Folclórico de Pinho. De início os ensaios eram feitos numa garagem e posteriormente no salão da Casa da Junta. Entretanto surgiu a oportunidade de compra de um terreno. Sem olhar para trás foi feito o negócio e com muito trabalho, esforço e dedicação foram iniciados os trabalhos que resultaram na sede que hoje existe e que devia ser orgulho de todos os pinhenses. Recorde-se que muito do trabalho na sede foi feito pelos amigos sem qualquer espécie de contrapartida.
Obviamente que o RFP não agrada a todos. Ainda antes do início da construção alguém vaticinou que aquele terreno seria o cemitério do Rancho. Puro engano. Não só não foi como continua a crescer. Recentemente foi adquirido o terreno anexo que já entrou em obras. Ali irá surgir um parque onde serão feitos os festivais e outros eventos. E todo este trabalho será para o povo. Mesmo para os profetas da desgraça, ou para os que passando por ali olham para o outro lado. E quando o Rancho acabar (porque tudo o que tem princípio tem fim) fica a obra. E isso é que interessa.
A direcção do Rancho agradece à Câmara Municipal de S. Pedro do Sul pelos trabalhos de terraplanagem.
E já agora termino como comecei, isto é com uma afirmação do mítico presidente dos Estados Unidos: “Eu não sei o caminho para o sucesso; mas, sem dúvida, o caminho para o fracasso é agradar a todo o mundo”
“Não perguntes o que o teu país pode fazer por ti mas antes pergunta o que podes tu fazer pelo teu país”. Estas palavras foram proferidas pelo presidente dos Estados Unidos John Kennedy no início dos anos 60 e continuam mais actuais que nunca.
Há já mais de 30 anos que um grupo de carolas pensou em fundar o Rancho Folclórico de Pinho. De início os ensaios eram feitos numa garagem e posteriormente no salão da Casa da Junta. Entretanto surgiu a oportunidade de compra de um terreno. Sem olhar para trás foi feito o negócio e com muito trabalho, esforço e dedicação foram iniciados os trabalhos que resultaram na sede que hoje existe e que devia ser orgulho de todos os pinhenses. Recorde-se que muito do trabalho na sede foi feito pelos amigos sem qualquer espécie de contrapartida.
Obviamente que o RFP não agrada a todos. Ainda antes do início da construção alguém vaticinou que aquele terreno seria o cemitério do Rancho. Puro engano. Não só não foi como continua a crescer. Recentemente foi adquirido o terreno anexo que já entrou em obras. Ali irá surgir um parque onde serão feitos os festivais e outros eventos. E todo este trabalho será para o povo. Mesmo para os profetas da desgraça, ou para os que passando por ali olham para o outro lado. E quando o Rancho acabar (porque tudo o que tem princípio tem fim) fica a obra. E isso é que interessa.
A direcção do Rancho agradece à Câmara Municipal de S. Pedro do Sul pelos trabalhos de terraplanagem.
E já agora termino como comecei, isto é com uma afirmação do mítico presidente dos Estados Unidos: “Eu não sei o caminho para o sucesso; mas, sem dúvida, o caminho para o fracasso é agradar a todo o mundo”
sexta-feira, outubro 22, 2010
sexta-feira, outubro 08, 2010
sábado, setembro 18, 2010
A cigarra e a formiga
A CIGARRA E A FORMIGA
A fábula da cigarra e da formiga é por demais conhecida e como tal não vou perder tempo com a versão de La Fontaine. Já uma versão mais moderna da mesma fábula diz-nos que a pobre formiga passou todo o Verão a trabalhar para passar o Inverno mais confortável, enquanto a cigarra ia cantando. E tanto cantou que um empresário do ramo ao passar junto dela a ouviu, gostou da sua voz e a contratou para os seus espectáculos. Um dia com o dinheiro que ganhou comprou um Ferrari e passou junto da formiga. O resto deixo à imaginação dos leitores.
Mas existe ainda uma versão mais moderna que esta. Imagine o leitor que durante o inverno enquanto a formiga se ia alimentando bem, fruto do seu trabalho árduo durante o Verão, a cigarra que ía morrendo à míngua, convocou uma conferência de imprensa para denunciar a situação em que vivia e saber porque razão a formiga se encontrava bem alimentada e aquecida e ela bem como outras cigarras iam morrendo de frio e fome. As televisões imediatamente espalharam a notícia transmitindo imagens da cigarra esquelética e da formiga bem alimentada e com a sua casa cheia de comida. Durante alguns dias o assunto foi tema de conversa nacional. O governo reuniu para discutir a situação das cigarras de Portugal e resolveu atribuir rendimento mínimo a estas. Em contrapartida ordenou um aumento geral de impostos a todas as formigas para pagar o rendimento mínimo que ofereceu de bandeja às cigarras. Obviamente se estas já quase nada faziam, passaram a nada fazer, mesmo se convidadas para algum trabalho.
Bom, mas todo este paleio vem pelo seguinte: as cigarras com o seu canto estridente ouvem-se habitualmente em zonas mais quentes, como Alentejo e Algarve. E quem vai de férias para essas zonas no Verão sabe-o perfeitamente. Mas mudam-se os tempos mudam-se as vontades, já Camões o dizia. E com o aquecimento parece que estes ruidosos bichinhos resolveram vir até mais acima. E foi com algum espanto que este ano ouvi pela primeira vez as cigarras em Pinho. Verdade verdadinha. Também com uns pingos de chuva que vieram em Agosto o meu carro ficou cheio de gotas não de chuva mas de pó. Soube depois nas notícias que este pó veio do norte de África com o vento.
A isto poderemos também chamar de globalização.
In "Gazeta da Beira" por Luís Rocha
A fábula da cigarra e da formiga é por demais conhecida e como tal não vou perder tempo com a versão de La Fontaine. Já uma versão mais moderna da mesma fábula diz-nos que a pobre formiga passou todo o Verão a trabalhar para passar o Inverno mais confortável, enquanto a cigarra ia cantando. E tanto cantou que um empresário do ramo ao passar junto dela a ouviu, gostou da sua voz e a contratou para os seus espectáculos. Um dia com o dinheiro que ganhou comprou um Ferrari e passou junto da formiga. O resto deixo à imaginação dos leitores.
Mas existe ainda uma versão mais moderna que esta. Imagine o leitor que durante o inverno enquanto a formiga se ia alimentando bem, fruto do seu trabalho árduo durante o Verão, a cigarra que ía morrendo à míngua, convocou uma conferência de imprensa para denunciar a situação em que vivia e saber porque razão a formiga se encontrava bem alimentada e aquecida e ela bem como outras cigarras iam morrendo de frio e fome. As televisões imediatamente espalharam a notícia transmitindo imagens da cigarra esquelética e da formiga bem alimentada e com a sua casa cheia de comida. Durante alguns dias o assunto foi tema de conversa nacional. O governo reuniu para discutir a situação das cigarras de Portugal e resolveu atribuir rendimento mínimo a estas. Em contrapartida ordenou um aumento geral de impostos a todas as formigas para pagar o rendimento mínimo que ofereceu de bandeja às cigarras. Obviamente se estas já quase nada faziam, passaram a nada fazer, mesmo se convidadas para algum trabalho.
Bom, mas todo este paleio vem pelo seguinte: as cigarras com o seu canto estridente ouvem-se habitualmente em zonas mais quentes, como Alentejo e Algarve. E quem vai de férias para essas zonas no Verão sabe-o perfeitamente. Mas mudam-se os tempos mudam-se as vontades, já Camões o dizia. E com o aquecimento parece que estes ruidosos bichinhos resolveram vir até mais acima. E foi com algum espanto que este ano ouvi pela primeira vez as cigarras em Pinho. Verdade verdadinha. Também com uns pingos de chuva que vieram em Agosto o meu carro ficou cheio de gotas não de chuva mas de pó. Soube depois nas notícias que este pó veio do norte de África com o vento.
A isto poderemos também chamar de globalização.
In "Gazeta da Beira" por Luís Rocha
segunda-feira, setembro 13, 2010
domingo, setembro 05, 2010
Memórias - Holanda
Fotos tiradas no dia 26 de Agosto de 2010 com 14º na Holanda e 30º em Portugal
quarta-feira, agosto 11, 2010
sábado, agosto 07, 2010
domingo, julho 11, 2010
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