terça-feira, fevereiro 24, 2009
segunda-feira, fevereiro 09, 2009
quarta-feira, janeiro 28, 2009
quarta-feira, janeiro 14, 2009
terça-feira, janeiro 13, 2009
Ainda sobre a barragem de Pinhosão
Presidente do INAG vê como positiva «não construção» das barragens de Almourol e Pinhosão.
O Estado vai encaixar 624 milhões de euros com a adjudicação da concessão de oito barragens do Programa Nacional de Barragens à EDP, Iberdrola e Endesa, afirmou à agência «Lusa» o presidente do Instituto da Água (INAG).
O investimento total nas oito barragens será de cerca de 3 mil milhões de euros e o aumento da produção hídrica, que estava previsto ser de 1.100 megawatts (MW) para as 10 barragens programadas, será «ultrapassado», afirmou Orlando Borges.
O presidente do Instituto da Água confirmou que as barragens de Almourol e Pinhosão não receberam qualquer proposta no concurso lançado pelo Governo, ficando por construir.
Orlando Borges afirmou, no entanto, que dadas as «fortíssimas restrições» colocadas à construção das barragens de Almourol e Pinhosão, vê como «positiva» a sua não construção.
«Os objectivos que tínhamos com dez barragens (em termos de encaixe financeiro e de produção hídrica), vamos conseguir atingi-los com oito», afirmou.
Os contratos de concessão com a EDP, que ganhou o concurso para Fridão, Alvito e Foz Tua, com a Endesa, que ganhou Girabolhos, e com a Iberdrola, que ganhou Gouvães, Padroselos, Alto Tâmega e Daivões, serão assinados dentro de um mês, acrescentou.
A atribuição dos contratos de concessão às três empresas será feita por decreto-lei, precisou Orlando Borges.
O Estado vai encaixar 624 milhões de euros com a adjudicação da concessão de oito barragens do Programa Nacional de Barragens à EDP, Iberdrola e Endesa, afirmou à agência «Lusa» o presidente do Instituto da Água (INAG).
O investimento total nas oito barragens será de cerca de 3 mil milhões de euros e o aumento da produção hídrica, que estava previsto ser de 1.100 megawatts (MW) para as 10 barragens programadas, será «ultrapassado», afirmou Orlando Borges.
O presidente do Instituto da Água confirmou que as barragens de Almourol e Pinhosão não receberam qualquer proposta no concurso lançado pelo Governo, ficando por construir.
Orlando Borges afirmou, no entanto, que dadas as «fortíssimas restrições» colocadas à construção das barragens de Almourol e Pinhosão, vê como «positiva» a sua não construção.
«Os objectivos que tínhamos com dez barragens (em termos de encaixe financeiro e de produção hídrica), vamos conseguir atingi-los com oito», afirmou.
Os contratos de concessão com a EDP, que ganhou o concurso para Fridão, Alvito e Foz Tua, com a Endesa, que ganhou Girabolhos, e com a Iberdrola, que ganhou Gouvães, Padroselos, Alto Tâmega e Daivões, serão assinados dentro de um mês, acrescentou.
A atribuição dos contratos de concessão às três empresas será feita por decreto-lei, precisou Orlando Borges.
quinta-feira, janeiro 01, 2009
O Carteiro
O carteiro que roubava os cheques aos velhos pensionistas e cheques da
caixa nacional de pensões morre e vai para o inferno, encontra o
demónio que lhe diz:
Como castigo, ficas dentro de um imenso tanque de merda, atolado até o
queixo. Ele olha para o lado e vê a Manela F. Leite dentro do mesmo
tanque com a merda pela cintura.
O carteiro irritado, chama o demónio e reclama:
- Assim não dá, tenha dó, eu não roubei tanto assim! só roubei o
dinheiro dos reformados de Vila Nova de Gaia;
porém nunca ninguém conseguiu provar nada contra mim e estou aqui
quase afogado, enquanto a Manela que roubou a aposentação a tantos
funcionários públicos e pensionistas, está atolada só até à cintura?
O diabo, muito zangado, olha para a Manela e grita:
- Manela! desce já da cabeça do Sócrates.
caixa nacional de pensões morre e vai para o inferno, encontra o
demónio que lhe diz:
Como castigo, ficas dentro de um imenso tanque de merda, atolado até o
queixo. Ele olha para o lado e vê a Manela F. Leite dentro do mesmo
tanque com a merda pela cintura.
O carteiro irritado, chama o demónio e reclama:
- Assim não dá, tenha dó, eu não roubei tanto assim! só roubei o
dinheiro dos reformados de Vila Nova de Gaia;
porém nunca ninguém conseguiu provar nada contra mim e estou aqui
quase afogado, enquanto a Manela que roubou a aposentação a tantos
funcionários públicos e pensionistas, está atolada só até à cintura?
O diabo, muito zangado, olha para a Manela e grita:
- Manela! desce já da cabeça do Sócrates.
terça-feira, dezembro 09, 2008
quinta-feira, dezembro 04, 2008
sexta-feira, novembro 14, 2008
segunda-feira, novembro 10, 2008
Cirurgiões
Cinco cirurgiões discutiam sobre quais os melhores pacientes numa sala de operações.
Dizia o primeiro:
- Gosto de operar contabilistas porque, quando os abres, todos os órgãos estão numerados e ordenados.
O segundo retorquiu:
- Sim, mas melhor são os electricistas porque todos os órgãos estão codificados por cores. Não há qualquer risco de engano.
Ao que respondeu o terceiro:
- Qual quê!!! Os melhores são os bibliotecários. Dentro deles tudo está ordenado alfabeticamente.
O quarto cirurgião opinou:
- Não há como os mecânicos. Eles até já transportam uma reserva dos órgãos que são necessários substituir.
Finalmente, disse o quinto:
- Deixem-me discordar de todos vocês, meus caros companheiros mas, em minha opinião, os melhores pacientes para operar são os políticos. Não têm coração, não têm estômago nem tomates. Além disso, pode-se-lhes trocar o cérebro com o cú que ninguém dá conta de nada...
Dizia o primeiro:
- Gosto de operar contabilistas porque, quando os abres, todos os órgãos estão numerados e ordenados.
O segundo retorquiu:
- Sim, mas melhor são os electricistas porque todos os órgãos estão codificados por cores. Não há qualquer risco de engano.
Ao que respondeu o terceiro:
- Qual quê!!! Os melhores são os bibliotecários. Dentro deles tudo está ordenado alfabeticamente.
O quarto cirurgião opinou:
- Não há como os mecânicos. Eles até já transportam uma reserva dos órgãos que são necessários substituir.
Finalmente, disse o quinto:
- Deixem-me discordar de todos vocês, meus caros companheiros mas, em minha opinião, os melhores pacientes para operar são os políticos. Não têm coração, não têm estômago nem tomates. Além disso, pode-se-lhes trocar o cérebro com o cú que ninguém dá conta de nada...
quinta-feira, novembro 06, 2008
CHATICE DE SE CHAMAR MAGALHÃES
Chatice de se chamar Magalhães. Carta aberta a José Sócrates
Autor: Pedro Carvalho Magalhães
Senhor Primeiro Ministro: Venho protestar veementemente através de Vª Exª pelo nome dado ao computador que os vossos serviços resolveram distribuir aos meninos deste país (os que sobrarem do seu negócio com o Hugo Chavez na troca do petróleo, bem entendido)
Eu, Pedro Carvalho de Magalhães, nunca mais poderei usar a minha assinatura sem ser indecentemente gozado pelos meus colegas de trabalho.
Sempre assinei PC Magalhães e, desde que Vªs Exªs baptizaram o tal computador, tive que alterar todos os meus documentos.
Uma coisa tão simples como perguntar as horas e a resposta que recebo é: - Atão Magalhães... vai ao Google...
Se vou à máquina de preservativos, há sempre uma boca dum colega: - Para quê, Magalhães? Não te chega o anti-virus?
Se vou ao dentista, a recepção é sempre a mesma: - Então o senhor Magalhães vem limpar o teclado...
A minha mulher, Paula Carvalho Magalhães, também sofre pressões indescritíveis no emprego: Ontem uma colega veio da casa de banho com um tampão na mão e gritou: - Paula.... esqueceste-te da tua pen!
Também o ginecologista não resistiu ao nome e, após a consulta, disse-lhe que tudo estava bem com as entradas USB!
Nem o meu filho, Pedro Carvalho Magalhães, escapa ao gozo que o nome veio provocar.
A Rita, a mocinha com quem andava há mais de 6 meses, acabou tudo com este argumento: - Magalhães.... vou à Staples procurar outro que a tua pega é muito pequena!
Quando, devido a tudo isto, apanhei uma tremenda depressão que me impediu de trabalhar, fui ao psiquiatra. Ele olhou para o meu nome e disse: - Pois é, senhor PC Magalhães. Aconselho-o a passar pelo suporte técnico da Staples... podem ser problemas de memória RAM!
Neste momento a minha mulher quer desinstalar-se e procurar alguém que tenha um nome 'decente'.
Senhor Primeiro Ministro... porque diabo não puseram Sócrates a esse maldito computador?
Queria que o senhor visse o que custa! Atenciosamente, assina
Pedro Carvalho M. (e não me perguntem o que é o M)
Autor: Pedro Carvalho Magalhães
Senhor Primeiro Ministro: Venho protestar veementemente através de Vª Exª pelo nome dado ao computador que os vossos serviços resolveram distribuir aos meninos deste país (os que sobrarem do seu negócio com o Hugo Chavez na troca do petróleo, bem entendido)
Eu, Pedro Carvalho de Magalhães, nunca mais poderei usar a minha assinatura sem ser indecentemente gozado pelos meus colegas de trabalho.
Sempre assinei PC Magalhães e, desde que Vªs Exªs baptizaram o tal computador, tive que alterar todos os meus documentos.
Uma coisa tão simples como perguntar as horas e a resposta que recebo é: - Atão Magalhães... vai ao Google...
Se vou à máquina de preservativos, há sempre uma boca dum colega: - Para quê, Magalhães? Não te chega o anti-virus?
Se vou ao dentista, a recepção é sempre a mesma: - Então o senhor Magalhães vem limpar o teclado...
A minha mulher, Paula Carvalho Magalhães, também sofre pressões indescritíveis no emprego: Ontem uma colega veio da casa de banho com um tampão na mão e gritou: - Paula.... esqueceste-te da tua pen!
Também o ginecologista não resistiu ao nome e, após a consulta, disse-lhe que tudo estava bem com as entradas USB!
Nem o meu filho, Pedro Carvalho Magalhães, escapa ao gozo que o nome veio provocar.
A Rita, a mocinha com quem andava há mais de 6 meses, acabou tudo com este argumento: - Magalhães.... vou à Staples procurar outro que a tua pega é muito pequena!
Quando, devido a tudo isto, apanhei uma tremenda depressão que me impediu de trabalhar, fui ao psiquiatra. Ele olhou para o meu nome e disse: - Pois é, senhor PC Magalhães. Aconselho-o a passar pelo suporte técnico da Staples... podem ser problemas de memória RAM!
Neste momento a minha mulher quer desinstalar-se e procurar alguém que tenha um nome 'decente'.
Senhor Primeiro Ministro... porque diabo não puseram Sócrates a esse maldito computador?
Queria que o senhor visse o que custa! Atenciosamente, assina
Pedro Carvalho M. (e não me perguntem o que é o M)
quarta-feira, novembro 05, 2008
2 MILHÕES DE CONTOS PRÓ MIGUEL
Barragem de Pinhozão
Segundo as últimas notícias a barragem de pinhozão já não vai ser construida. Vêr link abaixo
http://www.agenciafinanceira.iol.pt/noticia.php?id=1009509&div_id=1730
http://www.agenciafinanceira.iol.pt/noticia.php?id=1009509&div_id=1730
segunda-feira, outubro 06, 2008
O que é bom é intemporal
O QUE É BOM É INTEMPORAL
No dia 4 de Outubro assisti a um espectáculo na belíssima sala do cine teatro de S. Pedro do Sul, o primeiro de uma série que o grupo de música tradicional Alafum vai levar a efeito até Abril do próximo ano, integrado nas comemorações dos 25 anos do mesmo, e que segundo o seu porta voz irá culminar com o lançamento de mais um cd. Neste espectáculo reviveram-se algumas músicas que marcara toda uma geração dos anos 60 e 70 e que foram superiormente interpretadas e tocadas.
Deprimente foi ver a sala do cine teatro quase vazia, como aliás tenho presenciado noutras alturas, e não são poucas, que me tenho deslocado a esta casa para assistir a espectáculos e que têm sido de muito boa qualidade.
Eu sugiro à divisão cultural da Câmara que contrate por aí uma pimbalhada do mais rosca que exista assim do tipo:
Ó Maria dá cá o pito
Ó Maria dá cá dá cá
Ó Maria dá cá o pito
Trá Lará Lará Lará
E seria quase garantido que a casa estaria cheia. Provavelmente será este o tipo de cultura que os Sampedrenses querem, ou merecem. Tudo a acompanhar com uns sumos de cevada engarrafados.
Longe vai o tempo em que ó da guarda, então o cine teatro nunca mais abre? Será que vai ser um centro comercial? Será que os nossos autarcas não têm sensibilidade para a cultura? Será que etc.???
Agora a obra está feita, as portas abertas e os sampedrenses viraram-lhes as costas. Eu não sei mas dizem por aí que aturar o povo é pior que aturar o diabo!
E para terminar naquela espécie de quadra onde se lê “pito” deve ler-se “frango”.
Luís Rocha
(artigo a saír numa próxima edição da GAZETA DA BEIRA)
No dia 4 de Outubro assisti a um espectáculo na belíssima sala do cine teatro de S. Pedro do Sul, o primeiro de uma série que o grupo de música tradicional Alafum vai levar a efeito até Abril do próximo ano, integrado nas comemorações dos 25 anos do mesmo, e que segundo o seu porta voz irá culminar com o lançamento de mais um cd. Neste espectáculo reviveram-se algumas músicas que marcara toda uma geração dos anos 60 e 70 e que foram superiormente interpretadas e tocadas.
Deprimente foi ver a sala do cine teatro quase vazia, como aliás tenho presenciado noutras alturas, e não são poucas, que me tenho deslocado a esta casa para assistir a espectáculos e que têm sido de muito boa qualidade.
Eu sugiro à divisão cultural da Câmara que contrate por aí uma pimbalhada do mais rosca que exista assim do tipo:
Ó Maria dá cá o pito
Ó Maria dá cá dá cá
Ó Maria dá cá o pito
Trá Lará Lará Lará
E seria quase garantido que a casa estaria cheia. Provavelmente será este o tipo de cultura que os Sampedrenses querem, ou merecem. Tudo a acompanhar com uns sumos de cevada engarrafados.
Longe vai o tempo em que ó da guarda, então o cine teatro nunca mais abre? Será que vai ser um centro comercial? Será que os nossos autarcas não têm sensibilidade para a cultura? Será que etc.???
Agora a obra está feita, as portas abertas e os sampedrenses viraram-lhes as costas. Eu não sei mas dizem por aí que aturar o povo é pior que aturar o diabo!
E para terminar naquela espécie de quadra onde se lê “pito” deve ler-se “frango”.
Luís Rocha
(artigo a saír numa próxima edição da GAZETA DA BEIRA)
quarta-feira, outubro 01, 2008
segunda-feira, setembro 22, 2008
Subscrever:
Mensagens (Atom)



.jpg)




